Avaliação criteriosa e tratamento minimamente invasivo da dor lombar, da hérnia de disco e da dor ciática em Petrolina-PE — com procedimentos guiados por imagem, dentro de uma conduta médica individualizada.
Médico anestesiologista e especialista em Medicina da Dor, com formação internacional reconhecida em intervenção em dor (FIPP — Fellow of Interventional Pain Practice) pelo World Institute of Pain.
Atua em Petrolina-PE com foco em dor crônica da coluna — lombalgia, hérnia de disco, dor ciática e dor persistente após cirurgia. A conduta combina diagnóstico clínico criterioso, revisão dos exames de imagem e procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem, dentro de um plano terapêutico individualizado.
Formação na Universidade de São Paulo (USP — Ribeirão Preto) em Medicina Intervencionista da Dor; aperfeiçoamento em intervenção articular pela Sinpain.
Como é a primeira consulta →Cada caso é único. A conduta é definida após avaliação clínica e revisão dos exames de imagem.
Dor lombar persistente por meses, com ou sem irradiação para as pernas.
Quadros com indicação de manejo conservador ou intervencionista antes da cirurgia.
Dor irradiada pelo trajeto do nervo ciático, com formigamento ou perda de força associados.
Dor de origem nas articulações facetárias, tipicamente pior ao ficar em pé ou estender a coluna.
Dor na transição lombo-pélvica, frequentemente confundida com dor lombar comum.
Coluna operada que mantém dor além do tempo esperado de recuperação.
Em vez de tratar "a coluna" de forma genérica, a proposta é identificar qual estrutura está gerando a dor e agir sobre ela. Os procedimentos são realizados com guia de imagem — ultrassom ou escopia — o que permite precisão na chegada ao alvo e controle durante a execução.

Recursos utilizados dentro de um plano de tratamento individualizado, conforme indicação clínica e perfil de cada paciente.
Aplicação dirigida às articulações facetárias, usada tanto para confirmar a origem da dor quanto para o manejo do quadro doloroso.
Procedimento aplicado aos ramos sensitivos responsáveis pela inervação das facetas, indicado em casos selecionados após bloqueio diagnóstico.
Aplicação guiada por imagem em quadros de dor irradiada associada a hérnia de disco ou compressão radicular.
Abordagem específica para dor de origem sacroilíaca, com guia de imagem para precisão na aplicação.
Aplicação de luz laser em parâmetros específicos, com finalidade de fotobiomodulação tecidual, utilizada como recurso coadjuvante em quadros selecionados.
Recurso baseado em pulsos eletromagnéticos focais, aplicado para alívio sintomático de quadros musculoesqueléticos selecionados, em conjunto com outras condutas.
Cada etapa é conduzida pelo médico, com tempo dedicado para entender a sua história e construir um plano que faça sentido para o seu caso.
Anamnese detalhada, exame físico da coluna e revisão dos exames de imagem que você já tem.
Discussão da hipótese diagnóstica e proposta de plano terapêutico individualizado, com alternativas e expectativas claras.
Execução do procedimento indicado em ambiente clínico controlado, com guia de imagem quando aplicável.
Reavaliações programadas para acompanhar a evolução e ajustar a conduta quando necessário.
Se você já tem ressonância, tomografia ou raio-X da coluna, leve — mesmo que sejam antigos. Eles ajudam a entender a evolução do quadro. Se não tiver nenhum exame, a avaliação clínica é feita da mesma forma e os exames necessários são solicitados a partir dela.
Não necessariamente. Existem casos com indicação cirúrgica clara, e nesses o encaminhamento é feito. A medicina intervencionista da dor atua em uma faixa intermediária: pacientes que não melhoraram com tratamento conservador, mas que ainda não têm indicação cirúrgica definida — ou que preferem esgotar as alternativas antes. A definição depende da avaliação individual.
Os procedimentos são realizados com anestesia local na região da punção. A maior parte dos pacientes relata desconforto durante a aplicação, não dor intensa. O nível de sensibilidade varia de pessoa para pessoa, e isso é conversado antes — inclusive as opções disponíveis para deixar o procedimento mais confortável no seu caso.
Na maioria dos procedimentos ambulatoriais o retorno às atividades leves acontece em poucos dias. Esforço físico intenso e atividades de impacto costumam ter uma orientação específica, definida conforme o procedimento realizado e a sua resposta. As orientações são entregues por escrito no dia.
Os procedimentos realizados na clínica são ambulatoriais, com anestesia local. Alguns casos específicos exigem ambiente hospitalar com sedação — isso é definido e explicado durante a consulta, antes de qualquer agendamento.
Sim, o consultório atende diversos convênios, além de atendimento particular. Cobertura, carências e elegibilidade de cada procedimento devem ser confirmadas diretamente com o seu plano — as regras variam entre operadoras.
Varia conforme o diagnóstico, o tempo de evolução do quadro e o procedimento indicado. Não é possível prometer prazo ou resultado específico. O que é possível é definir junto com você expectativas realistas para o seu caso e reavaliar a resposta ao longo do acompanhamento.
Confirme cobertura, carências e procedimentos elegíveis diretamente com o seu convênio. Atendimento particular também disponível.
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